Las Bibliotecas de Huesos

No passado dia 5 de novembro, a Universidade de León acolheu uma série de conferências organizada pela área de Antropologia Física: Las Bibliotecas de Huesos.

A iniciativa enquadrou-se na comemoração dos 50 anos dos estudos de Biologia na referida universidade e pretendeu oferecer uma visão desde a Antropologia física à Bioarqueologia, incidindo na importância das colecções osteológicas.  “La mayoría de las colecciones osteológicas de huesos humanos en Europa se comenzaron a formar entre finales del siglo XIX y la primera mitad del siglo XX, con el propósito de estudiar la variabilidad, especialmente con respecto al cráneo, en relación con el dimorfismo sexual y la identidad étnica para estudios inspirados en la fisonomía y la frenología muy de moda en la época”, refere a organização do evento. Com o passar do tempo, o enfoque antropológico voltou-se para uma melhor compreensão da variabilidade. As colecções identificadas (por estarem associadas a dados biográficos como a idade, o sexo e a causa de morte) possuem um valor incalculável do ponto de vista científico tendo vindo a permitir desenvolver novos métodos de identificação assim como a contribuir para a reconstrução de aspectos demográficos, epidemiológicos e socioeconómicos de populações do presente e do passado.

O evento contou com a participação de Ana Luísa Santos, investigadora do CIAS e professora do Departamento de Ciências da Vida, UC. A investigadora apresentou uma conferência sobre as colecções osteológicas em Portugal (Las colecciones osteológicas en Portugal). As intervenções seguintes estiveram a cargo de Leandro H. Luna (Las colecciones osteológicas en Argentina) e de Claudia M. Aranda (Protocolos de gestión de las colecciones osteológicas), investigadores argentinos que têm estado a trabalhar em Coimbra com o CIAS.

 

 

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